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6 ideias de marketing digital que estão ultrapassadas

Alguém já ofereceu alguma coisa assim para sua empresa? Caia fora! É ilusão, não vai trazer resultados. Saiba porquê.

– Estar em todas principais redes sociais

A não ser que seja uma grande marca, pode fazer muito pouco sentido estar presente em todas as redes. Isso porque existe pouco tempo e pequeno orçamento em uma empresa menor e disparar conteúdos em todos os canais sem condições de montar uma estratégia e sem condições de patrocinar bons conteúdos e até as postagens não vai trazer resultado.

Estar na rede só para dizer que está não ajuda nas vendas de ninguém. O mesmo para mensagens de bom dia ou bichinhos fofos que geram curtidas, mas nenhuma identificação com a marca.

O objetivo é se tornar uma referência em seu negócio, esse deve ser sempre o foco de cada ação de conteúdo.

– Curte ou Compartilha

Mais uma prática que geral likes e compartilhamentos mas não agrega nenhum valor para marca, não traz negócios para a empresa, não chama a atenção do consumidor para engajamento, é apenas um número.

Recentemente o próprio algoritmo do Facebook passou a punir esse tipo de ação com baixo alcance da postagem.

 – Comprar Links

Passou o tempo em que comprar links gerava algum resultado de posicionamento na página do Google. O SEO de hoje é para os fortes. Link Building só com links de verdade, bons textos, autoridade.

Comprar links é perigoso e seu site pode ser punido pelo Google, nunca mais alcançando a posição original.

– Comprar seguidores

Recentemente tem pipocado, principalmente no Facebook, o número de mensagens de pessoas que oferecem um grande número de seguidores por valores irrisórios, impossíveis de serem alcançados em campanhas de investimento normais em Face Ads. O mesmo para outras redes, como Twitter. Pode parecer tentador conseguir seguidores dessa forma, só para gerar um número de vaidade, mas é um erro patrocinar esse tipo de ação, pois mesmo sendo pouco, é um dinheiro jogado fora.

Os novos seguidores serão perfis fakes ou pessoas de localidades do mundo inteiro pagas para seguir empresas. Esses números não acrescentarão engajamento, nem negócios para as marcas, são apenas ilusão.

Melhor investir no patrocínio de bons conteúdos, alcançar seu público-alvo e aproveitar de verdade o que as redes sociais tem a oferecer.

 Só pensar em viral

Fazer ações virais pode ser interessante de duas formas:

– estrategicamente, quando o viral tem conteúdo que claramente agrega algo à empresa (fica mais caro estruturar e patrocinar);

– quando a empresa tem estrutura para abraçar a demanda caso a ação seja bem sucedida;

Só que do jeito que é prometido, não é pensado em nenhuma das duas coisas. E acaba caindo no vídeo bacana do gatinho, que não gera negócios. E se for bem feita e gerar negócios, é preciso que a empresa tenha estrutura para absorver, se não é um problema a mais.

– Ignorar a função de SAC das mídias sociais

Invariavelmente as pessoas vão ir até o Facebook/Twitter da marca para reclamar de algum serviço se estiverem descontentes.

É preciso lidar com isso fornecendo respostas rápidas, transparentes e pró-ativas.

Muitas marcas ainda redirecionam as pessoas para seus canais de atendimento, com mensagens padrão do tipo “Nosso SAC atende nesse telefone e nesse e-mail”. Esse é um reflexo de um SAC que não se reciclou e não entendeu o canal digital, em um pensamento emperrado que faz a empresa perder oportunidades de responder o consumidor de maneira ágil e no mesmo canal em que ele entrou em contato.

Um consumidor que faz uma reclamação quer ser fidelizado. Quer ser bem atendido e está fornecendo duas oportunidades para a marca: apontando uma falha da empresa e uma chance de ser bem atendido. É um desperdício pedir que essa pessoa procure outro canal para então receber atendimento. Passa a sensação de que a empresa não se importa com o consumidor e ainda quer esconder possíveis falhas.

A melhor maneira de resolver essa questão é criando uma parceria com o profissional que gerencia os canais sociais e a equipe do SAC da empresa. Na maioria das vezes, os problemas são de fácil solução.

Há ótimos exemplos de empresas que utilizam seus canais como SAC e obtem bons resultados, como o perfil do PontoFrio no Twitter, o famoso Pinguim.

Rafael Rez

Autor do livro "Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI". Possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2013. Fundador da consultoria de marketing digital Web Estratégica. Além de Empreendedor e Consultor, é Professor de Pós e MBA em diversas instituições de ponta. Em 2016 fundou a Nova Escola de Marketing.

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