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Prazer, eu sou um copywriter!

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Copywriting diz respeito a fazer o uso das palavras corretas para se comunicar com um público-alvo, no intuito de conduzi-lo a uma tomada de decisão.

Esse método de escrita aplica as regras de persuasão para influenciar e conduzir alguém a ações específicas.

Os principais livros e sites americanos definem copywriting como “o ato de escrever textos para fins publicitários ou outras formas de marketing”.

O trabalho chamado copy é um conteúdo composto para aumentar a influência de uma marca e, finalmente, persuadir uma pessoa ou grupo a tomar uma determinada ação.

A partir do copywriting, é possível criar outdoors, folhetos, catálogos, letras de jingles, anúncios em revistas e jornais, cartas de vendas, malas diretas, roteiros para comerciais de tevê ou rádio, slogans, whitepapers, postagens em mídias sociais e outras comunicações de marketing.

O copywriter

Os profissionais que se dedicam ao copywriting são geralmente conhecidos como copywriters, ou simplesmente redatores.

Um copywriter ajuda a criar anúncios off-line e on-line, materiais impressos e páginas persuasivas para a web, cartas de vendas, e-mails comerciais, propagandas físicas, postagens em blogs e posts comerciais em mídias sociais.

Esses tipos de redatores costumam olhar o trabalho com o marketing de forma mais ampla.

São especialistas em comunicação que consideram os caminhos de tráfego/visitas de potenciais clientes, a mecânica da jornada do usuário, os elementos para a conversão de uma página et cetera.

São profissionais altamente focados em criar comunicações poderosas para as vendas.

O copywriter utiliza técnicas específicas, com palavras certas para construir uma argumentação que despertará no leitor a vontade de fazer uma escolha.

Essa escolha pode ser a de concordar com uma ideia, entrar em contato com uma empresa, solicitar um orçamento, assinar um newsletter, ou diretamente efetivar uma compra.

Faz o bom uso da palavra

Você pode estar pensando agora:

“Bem, mas para eu vender meu peixe eu não preciso necessariamente de textos. Logo, não preciso de copywriting.”

É aí que você se engana redondamente. E se você mantiver esse pensamento, acabará perdendo um bom dinheiro com oportunidades que poderia aproveitar, mas que passarão em branco se você não usar bem as palavras.

Todo discurso de venda que se preze deve passar por uma construção linguística bem pensada. Deve-se escolher as palavras certas para se obter uma comunicação precisa que cause impacto na sua audiência, que consiga atingir o seu coração.

Por exemplo, lembre-se do horário político gratuito (desculpe por lhe dar o desgosto dessa lembrança, mas prometo que será útil).

Quando um candidato aparece ali discursando para defender o seu plano de governo, ele não está falando aquilo que lhe vem à cabeça na hora. Ele está lendo um texto, através de um teleprompter, ou tem parte da fala decorada.

Na maioria dos casos, este texto foi produzido com muito estudo por uma equipe de marketing político, buscando a melhor comunicação para convencer os eleitores de que aquele plano de governo é o melhor para o povo.

Até mesmo quando um governante vai a uma entrevista coletiva, já vai instruído por sua equipe de marketing a dar respostas padrões que já foram estabelecidas.

Num universo amplo…

A verdade é que o copywriting é um universo amplo, repleto de conceitos importantes que podem elevar (e muito!) as vendas de um negócio.

No Brasil, o conceito ainda é relativamente novo (este método de escrita persuasiva chegou tardiamente no Brasil provavelmente por causa das características específicas do nosso mercado).

Porém, indícios mostram que o copywriting exista nos EUA há, pelo menos, 150 anos. A disciplina tem referências antigas de grandes estudiosos, como os que citei nessa primeira parte.

Além de John Emory Powers e Claude Hopkins, temos a figura de Elias St. Elmo Lewis, que foi um defensor da publicidade, escrevendo e falando prolificamente sobre o potencial da propaganda para educar o público e gerar vendas.

Ao longo das décadas, as dinâmicas de consumo foram mudando e com isso, o copywriting teve que acompanhar essas mudanças.

Hoje, em plena Era Pós-digital, o copywriting assume características bem diferentes do que era no século passado, graças aos avanços das tecnologias de comunicação e da ciência, como por exemplo, os estudos da neurociência (através do neuromarketing).

O assunto é extenso e exige muito estudo e dedicação, mas este artigo é uma boa introdução para fazer você pensar em aplicar os princípios de um bom copywriting nas suas redações comerciais.

Lembre-se: a pedra fundamental é conseguir estabelecer uma conexão com o leitor de maneira que lhe desperte a vontade de ler ou ouvir o que você tem a dizer.

Paulo Maccedo

Analista de Marketing pela Universidade Metodista de São Paulo. Blogueiro, autor e criador de conteúdo. Numa relação séria com a comunicação desde 2010, inimigo declarado do spam e evangelizador fervoroso do marketing de permissão.

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