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Mídias Sociais não são “de graça”

Rafael Rez

É fundador da agência de GEO & SEO Web Estratégica.

Autor do livro best-seller internacional "Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI", publicado no Brasil pela DVS Editora e em Portugal pela Editora Marcador. Lançou em 2026 o novo livro "GEO: Decisões influenciadas pela IA".

Co-fundou a Nova Escola de Marketing, referência na formação de profissionais da área. Possui MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Reconhecido como um dos maiores especialistas em GEO (Generative Engine Optimization) e Marketing de Conteúdo no Brasil e em Portugal, atua como consultor, palestrante e formador de opinião na área.

Escolhido pela Deck & Nexus como um dos 30 profissionais mais influentes na comunicação e marketing no Brasil.

Ainda existem empresas, freelancers e autônomos acreditando nesse conto de fadas de mídia social gratuita. Só porque fazer um cadastro é gratuito, não significa que fazer sucesso – ou dar certo, conseguir resultados – na mídia seja gratuito, como se fosse apenas criar um perfil e ganhar seguidores.

A primeira coisa que custa é o tempo. Porque tempo custa dinheiro. Enquanto o analista de mídia está escrevendo no Twitter, por exemplo, está deixando de fazer outra coisa, por exemplo, escrever para os sites. E para usar mídias sociais de verdade, é preciso tempo.  Tempo para pesquisar matérias e assuntos em destaque no mundo, tweetes bacanas para o seu público, compor boas frases, escrever textos, elaborar postagens, escolher imagens, ser criativo, buscar coisas diferentes e novas,etc. Além disso, se tudo der certo, é preciso interagir com os usuários, responder a comentários e acompanhar promoções.

Além do tempo, outro fator é: pessoas. Há coisas que computadores não são capazes de fazer e uma delas é conteúdo. E pessoas custam salários, encargos trabalhistas, ou, de novo, se você for um empreendedor solitário, o seu tempo sobre as outras coisas.

Isso porque alimentar vários canais sociais não é fácil. E quanto melhor preparado o profissional, melhor e mais rápido o resultado. E gente qualificada custa dinheiro.

Engajar os clientes é um grande desafio. E começar uma audiência do zero, quanto mais desconhecida for a marca, mais difícil ainda. Nesses casos, fazer anúncios pagos pode ajudar a formar uma audiência para partir para ações orgânicas. É possível separar pequenos orçamentos para isso e ir monitorando os resultados, mas dificilmente uma empresa ficará nas redes sem investir nenhum centavo em divulgação.

Para aproveitar melhor o seu tempo, a solução é criar calendários de conteúdo e estocar textos e informações para os períodos menos criativos e com menos assuntos “bombando” na internet.

Contratar um bom analista para o trabalho é uma coisa que não dá para escapar. Porque para dar resultado o trabalho exige tempo, dedicação, paciência, criatividade e aquela dose de bom senso. Mas o resultado virá proporcionalmente.

Existem essas e outras soluções para amenizar os custos e evidentemente, continua sendo muito mais barato contratar um profissional exclusivo para atuação em mídia social e fazer um pequeno investimento em campanhas de anúncios do que pagar mídia tradicional para fazer o mesmo de sempre. Ou seja, o investimento vale a pena.

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