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Mudanças no Google forçarão empresas a produzir mais conteúdo. E isso é muito bom!

Rafael Rez

É fundador da agência de GEO & SEO Web Estratégica.

Autor do livro best-seller internacional "Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI", publicado no Brasil pela DVS Editora e em Portugal pela Editora Marcador. Lançou em 2026 o novo livro "GEO: Decisões influenciadas pela IA".

Co-fundou a Nova Escola de Marketing, referência na formação de profissionais da área. Possui MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Reconhecido como um dos maiores especialistas em GEO (Generative Engine Optimization) e Marketing de Conteúdo no Brasil e em Portugal, atua como consultor, palestrante e formador de opinião na área.

Escolhido pela Deck & Nexus como um dos 30 profissionais mais influentes na comunicação e marketing no Brasil.

O Marketing de Conteúdo é a resposta para esta nova era do Marketing Digital.

Em 2011, o Google causou pânico na internet com a atualização do Panda, um filtro no algoritmo que procura remover conteúdo não original dos resultados de busca e diminuir a autoridade de sites que copiam muito conteúdo de outras fontes.

Agora, em 2012, novas mudanças estão provocando uma outra onda de especulações a respeito de quais práticas moldarão o sucesso de estratégias online no futuro.

A Penguin (ou Google Pinguim) é um novo filtro que desconsidera links de baixa qualidade e links não naturais, muitos deles construídos através de táticas de link building de baixa qualidade. Há diversos outros fatores envolvidos, mas a maioria das avaliações aponta neste sentido.

Em agosto de 2012 saiu a notícia de que novas atualizações vão afetar sites que infringem direitos autorais e copiam conteúdo com copyright alheio. Cada vez mais, o Google sinaliza e age no sentido de oferecer resultados de busca de melhor qualidade, filtrando de seus resultados tudo aquilo que não atende aos seus critérios de qualidade.

Nem adianta questionar se os critérios de qualidade do Google são justos, corretos e coerentes com o antigo lema “don’tbeevil”. Os buscadores representam cerca de 75% de todas as fontes de tráfego na internet, sendo preciso entender as suas regras para conseguir captar parte deste tráfego. É uma questão prática de negócios: se a empresa quer este tráfego, precisa se adequar.

Esta também é uma oportunidade única de evangelizar os clientes, as empresas e até mesmo as agências de comunicação de que o caminho do sucesso passa cada vez mais pela estrada do conteúdo. De certa forma, sempre foi assim, mas agora o jogo fica mais claro: para ter relevância, credibilidade e construir autoridade no nicho de negócio, as empresas terão de apostar em conteúdo de qualidade.

Não dá mais para ir levando, deixar para depois e fazer qualquer coisa com a desculpa de melhorar depois. A hora é agora.

Os investimentos terão de ser cada vez maiores, os planejamentos mais detalhados e os objetivos muito bem definidos.

Não dá mais para brincar de fazer conteúdo na internet e achar que qualquer coisa serve porque é grátis. Atenção e tempo são duas moedas escassas, e o cliente do outro lado da tela só vai doar o seu tempo e dar a sua atenção a quem realmente entregar conteúdo de qualidade!

É mais do que hora de repensar todo o seu conteúdo online, antes que seja tarde.

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